1 | Sebastian VETTEL Red Bull Renault | ALE | | 1:14.470 | | 17 | |
| | |||||||
| 2 | Lewis HAMILTON McLaren Mercedes | ING | | 1:15.519 | +1.049 | 19 | |
| | |||||||
| 3 | Fernando ALONSO Ferrari | ESP | | 1:15.637 | +1.167 | 21 | |
| | |||||||
| 4 | Jenson BUTTON McLaren Mercedes | ING | | 1:15.747 | +1.277 | 23 | |
| | |||||||
| 5 | Mark WEBBER Red Bull Renault | AUS | | 1:15.989 | +1.519 | 20 | |
| | |||||||
| 6 | Felipe MASSA Ferrari | BRA | | 1:16.203 | +1.733 | 19 | |
| | |||||||
| 7 | Rubens BARRICHELLO Williams Cosworth | BRA | | 1:16.552 | +2.082 | 26 | |
| | | ||||||
| 8 | Michael SCHUMACHER Mercedes | ALE | | 1:16.925 | +2.455 | 20 | |
| | |||||||
| 9 | Nico ROSBERG Mercedes | ALE | | 1:17.101 | +2.631 | 25 | |
| | |||||||
| 10 | Vitaly PETROV Renault | RUS | | 1:17.656 | +2.019 | 21 | |
| | |||||||
| 11 | Robert KUBICA Renault | POL | | 1:40.780 | | 13 | |
| | |||||||
| 12 | Kamui KOBAYASHI BMW Sauber Ferrari | JAP | | 1:40.783 | | 14 | |
| | |||||||
| 13 | Adrian SUTIL Force India Mercedes | ALE | | 1:40.914 | | 18 | |
| | |||||||
| 14 | Nick HEIDFELD BMW Sauber Ferrari | ALE | | 1:41.113 | | 17 | |
| | | ||||||
| 15 | Nico HÜLKENBERG Williams Cosworth | ALE | | 1:41.418 | | 18 | |
| | | ||||||
| 16 | Vitantonio LIUZZI Force India Mercedes | ITA | | 1:41.642 | | 18 | |
| | | ||||||
| 17 | Jaime ALGUERSUARI Toro Rosso Ferrari | ESP | | 1:41.738 | | 18 | |
| | | ||||||
| 18 | Sébastien BUEMI Toro Rosso Ferrari | SUI | | 1:41.824 | | 11 | |
| | | ||||||
| 19 | Jarno TRULLI Lotus Cosworth | ITA | | 1:43.516 | | 11 | |
| | | ||||||
| 20 | Heikki KOVALAINEN Lotus Cosworth | FIN | | 1:43.712 | | 11 | |
| | | ||||||
| 21 | Timo GLOCK Virgin Cosworth | ALE | | 1:44.095 | | 10 | |
| | | ||||||
| 23 | Lucas DI GRASSI Virgin Cosworth | BRA | | 1:44.510 | | 9 | |
| | | ||||||
| 22 | Bruno SENNA Hispania Cosworth | BRA | | 1:45.085 | | 10 | |
| | | ||||||
| 24 | Christian KLIEN Hispania Cosworth | ALE | | 1:45.296 | | 10 | |
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Papos, notícias, informações, curiosidades, tudo que amigos conversam (e também não conversam) na "hora do café"
13 de novembro de 2010
GP Abu Dhabi
Bem amigos do café, é chegada o último GP de F1 de 2010. Vamos a última rodada de palpites...
6 de novembro de 2010
GP do BRASIL
Finalmente chegou Brasil. Vamos a mais uma rodada de palpites.
Confira o grid de largado do GP do Brasil:
1. Nico Hulkenberg (ALE/Williams-Cosworth) - 1m14s470
2. Sebastian Vettel (ALE/RBR-Renault) - 1m15s519
3. Mark Webber (AUS/RBR-Renault) - 1m15s637
4. Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) - 1m15s747
5. Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - 1m15s989
6. Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth) - 1m16s203
7. Robert Kubica (POL/Renault) - 1m16s552
8. Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - 1m16s925
9. Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1m17s101
10. Vitaly Petrov (RUS/Renault) - 1m17s656
11. Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) - 1m19s288
12. Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari) - 1m19s385
13. Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - 1m19s486
14. Jaime Alguersuari (ESP/STR-Ferrari) - 1m19s581
15. Sebastien Buemi (SUI/STR-Ferrari) - 1m19s847
16. Nick Heidfeld (ALE/Sauber-Ferrari) - 1m19s899
17. Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India-Mercedes) - 1m20s357
18. Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes) - 1m20s830
19. Timo Glock (ALE/VRT-Cosworth) - 1m22s130
20. Jarno Trulli (ITA/Lotus-Cosworth) - 1m22s250
21. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Cosworth) - 1m22s378
22. Lucas Di Grassi (BRA/VRT-Cosworth) - 1m22s810
23. Christian Klien (AUT/Hispania-Cosworth) - 1m23s083
24. Bruno Senna (BRA/Hispania-Cosworth) - 1m23s796
Confira o grid de largado do GP do Brasil:
1. Nico Hulkenberg (ALE/Williams-Cosworth) - 1m14s470
2. Sebastian Vettel (ALE/RBR-Renault) - 1m15s519
3. Mark Webber (AUS/RBR-Renault) - 1m15s637
4. Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) - 1m15s747
5. Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - 1m15s989
6. Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth) - 1m16s203
7. Robert Kubica (POL/Renault) - 1m16s552
8. Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - 1m16s925
9. Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1m17s101
10. Vitaly Petrov (RUS/Renault) - 1m17s656
11. Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) - 1m19s288
12. Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari) - 1m19s385
13. Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - 1m19s486
14. Jaime Alguersuari (ESP/STR-Ferrari) - 1m19s581
15. Sebastien Buemi (SUI/STR-Ferrari) - 1m19s847
16. Nick Heidfeld (ALE/Sauber-Ferrari) - 1m19s899
17. Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India-Mercedes) - 1m20s357
18. Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes) - 1m20s830
19. Timo Glock (ALE/VRT-Cosworth) - 1m22s130
20. Jarno Trulli (ITA/Lotus-Cosworth) - 1m22s250
21. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Cosworth) - 1m22s378
22. Lucas Di Grassi (BRA/VRT-Cosworth) - 1m22s810
23. Christian Klien (AUT/Hispania-Cosworth) - 1m23s083
24. Bruno Senna (BRA/Hispania-Cosworth) - 1m23s796
2 de novembro de 2010
Entrevista Rubinho
Mais uma postagem em ritmo de GP Brasil de F1!
Hoje o destaque é a entrevista que Rubens Barrichello concedeu ao jornal Folha de São Paulo.
Chegar a Interlagos ainda lhe dá ansiedade?
É uma sensação boa, mas não deixa de dar uma queimada no estômago. É uma sensação agradável, mas uma semana de muito trabalho, que passa muito rápido. Você olha e já está em casa assistindo à corrida no domingo com os seus amigos.
Acha que sua imagem mudou depois do Mundial passado?
Acho que sim. Minha imagem foi muito perturbada pelo evento da Áustria. Não era minha vontade. Eu estava deixando de ganhar uma prova achando que eu ganharia outras dez, outras 20. Achei que ganharia mais espaço. Tudo o que eu queria na Ferrari era mais espaço. Mas não aconteceu. Minha imagem foi para baixo e acho que só começou a subir quando eu deixei o time um ano antes do fim do meu contrato. Depois teve aquela história longa, que é a mais bonita da minha carreira, que foi ficar desempregado por quatro meses. E, quando sentei num carro competitivo e voltei a ganhar provas, reconquistei a amizade dos que tinha perdido. Muito disso eu devo também ao Twitter. Não tem mais aquilo de meias palavras. Tenho 140 caracteres para expor meu pensamento.
Guarda alguma mágoa da Ferrari, da torcida...
Não, aquilo já foi superado. Aqueles momentos me ensinaram demais. Foi uma pena não ter tido mais oportunidades, mas é passado.
Já consegue se imaginar parando de correr?
Não consigo. Eu acordo de madrugada para ir para a academia e me acostumar ao fuso das corridas asiáticas, e minha mulher não entende. Ainda tenho muito gás, muita vontade. Não me vejo fora.
Já pensou que pode parar sem ter sido campeão?
Não penso nisso, penso positivo. Estou aqui porque me deram a chance de estar aqui, porque querem que eu esteja e, se estou aqui, é porque tenho capacidade de ser campeão. Vou até o último momento pensando assim. Se não der, não deu, faz parte da nossa vida ser ou não campeão em algumas coisas. Mas eu vivo só por isso.
Hoje o destaque é a entrevista que Rubens Barrichello concedeu ao jornal Folha de São Paulo.
Chegar a Interlagos ainda lhe dá ansiedade?
É uma sensação boa, mas não deixa de dar uma queimada no estômago. É uma sensação agradável, mas uma semana de muito trabalho, que passa muito rápido. Você olha e já está em casa assistindo à corrida no domingo com os seus amigos.
Acha que sua imagem mudou depois do Mundial passado?
Acho que sim. Minha imagem foi muito perturbada pelo evento da Áustria. Não era minha vontade. Eu estava deixando de ganhar uma prova achando que eu ganharia outras dez, outras 20. Achei que ganharia mais espaço. Tudo o que eu queria na Ferrari era mais espaço. Mas não aconteceu. Minha imagem foi para baixo e acho que só começou a subir quando eu deixei o time um ano antes do fim do meu contrato. Depois teve aquela história longa, que é a mais bonita da minha carreira, que foi ficar desempregado por quatro meses. E, quando sentei num carro competitivo e voltei a ganhar provas, reconquistei a amizade dos que tinha perdido. Muito disso eu devo também ao Twitter. Não tem mais aquilo de meias palavras. Tenho 140 caracteres para expor meu pensamento.
Guarda alguma mágoa da Ferrari, da torcida...
Não, aquilo já foi superado. Aqueles momentos me ensinaram demais. Foi uma pena não ter tido mais oportunidades, mas é passado.
Já consegue se imaginar parando de correr?
Não consigo. Eu acordo de madrugada para ir para a academia e me acostumar ao fuso das corridas asiáticas, e minha mulher não entende. Ainda tenho muito gás, muita vontade. Não me vejo fora.
Já pensou que pode parar sem ter sido campeão?
Não penso nisso, penso positivo. Estou aqui porque me deram a chance de estar aqui, porque querem que eu esteja e, se estou aqui, é porque tenho capacidade de ser campeão. Vou até o último momento pensando assim. Se não der, não deu, faz parte da nossa vida ser ou não campeão em algumas coisas. Mas eu vivo só por isso.
1 de novembro de 2010
Olé, olé, Olé, Olá... Senna, Senna!
Apesar da eleição da nossa 1ª presidenta do Brasil, não há momentaneamente o que comemorar. Aqui irei abusar do saudosismo a Ayrton Senna, aproveitando o GP do Brasil que será realizado no dia 7 de Dezembro.
No decorrer da semana irei postar alguns fatos que marcaram a F1, principalmente, que envolvam Senna e Interlagos.
Será lançado o locumentário de Ayrton Senna, ou seja, para todos os fãs de F1 é inevitável não assistir. Segue o trailer do documentário.
É emocionante! Não acompanhei a carreira do Ayrton Senna, as corridas que lembro são poucas, mas o GP de Imola de 1994 realizado no dia 1º de Maio ficou marcado pelo trágico acidente que o insuperável Ayrton sofreu na curva Tamburello.
Sei que se Ayrton estivesse vivo não estaria mais nas pistas de F1, mas com certeza teríamos suas opiniões e envolvimento de um cara que amor a sua profissão.
Nada mais a dizer senão:
Olé, olé, Olé, Olá... Senna, Senna!Olé, olé, Olé, Olá... Senna, Senna!
Olé, olé, Olé, Olá... Senna, Senna!Olé, olé, Olé, Olá... Senna, Senna!
No decorrer da semana irei postar alguns fatos que marcaram a F1, principalmente, que envolvam Senna e Interlagos.
Será lançado o locumentário de Ayrton Senna, ou seja, para todos os fãs de F1 é inevitável não assistir. Segue o trailer do documentário.
É emocionante! Não acompanhei a carreira do Ayrton Senna, as corridas que lembro são poucas, mas o GP de Imola de 1994 realizado no dia 1º de Maio ficou marcado pelo trágico acidente que o insuperável Ayrton sofreu na curva Tamburello.
Sei que se Ayrton estivesse vivo não estaria mais nas pistas de F1, mas com certeza teríamos suas opiniões e envolvimento de um cara que amor a sua profissão.
Nada mais a dizer senão:
Olé, olé, Olé, Olá... Senna, Senna!Olé, olé, Olé, Olá... Senna, Senna!
Olé, olé, Olé, Olá... Senna, Senna!Olé, olé, Olé, Olá... Senna, Senna!
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